quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Suicídio homeopático fracassa na Inglaterra
Numa demonstração/protesto contra a completa ineficácia dos chamados medicamentos "homeopáticos", nada mais, nada menos que 400 britânicos tomaram juntos uma série deles buscando uma overdose que, claro, não ocorreu.
O protesto foi no dia 30 de janeiro, precisamente às 10:23h. A homeopatia é muito disseminada na Inglaterra, onde foi regulamentada como prática médica desde 1950.
Postagens...
Escrever dá trabalho. É a conclusão a que chego cada vez que me posiciono em frente ao computador para postar algo aqui. Não quero fazer isso de qualquer jeito e sair falando coisas que podem perfeitamente passar por dignas de confiança, mas que são o mais completo disparate. E isso independente que a maioria das poucas pessoas que lêem nunca descubram. Já existe ignorância demais nesse planeta para que eu seja mais um disseminador.
Como falei em outro post, recebo frequentemente mensagens de todo tipo, como qualquer pessoa que tenha e-mail e uma comunidade razoável de amigos virtuais. Mas me impressiona a quantidade de pessoas que se propõe a passar adiante a primeira coisa que lhes cai à mão, sem consultar uma única fonte independente. Um exemplo:
Recebi quatro mensagens independentes (não eram remetentes comuns) sobre a o vídeo misterioso que mostrava luzes no céu da Noruega no começo de dezembro de 2009.
Antes mesmo de qualquer esclarecimento ou investigação, todas as mensagens que recebi atiravam todas as fichas em "acontecimentos que ninguém explica", ou "eles estão entre nós". Bastou dois dias para a verdade ser revelada: a imagem é na verdade de um míssel russo num teste mal sucedido que acabou se convertendo num fiasco para a própria Rússia.
Ao que tudo indica, o fantástico, o sobrenatural, o impossível, são a primeira opção de explicação para aqueles que buscam avidamente um ponto de apoio para suas convicções. O que pode não ficar claro nesse comportamento é que, agindo instintivamente dessa forma, não somos muito diferentes dos nossos antepassados quando contemplavam relâmpagos em tempestades noturnas nos vales e planícies e atribuiam isso às mais variadas divindades.
Ser cético, nesse contexto não é ser frio, calculista, sem paixão. Considero, ao contrário, que escrever citando as melhores e mais confiáveis fontes, embasando o pensamento naqueles que nos antecederam de forma brilhante, não é um mero capricho ou exercício intelectual desnecessário, mas uma necessidade real contra a gigantesca aura de superficialidade e pseudo-mistério que nos ronda constantemente. Isaac Newton disse a célebre frase que se pode ver mais longe foi porque estava apoiado sobre ombros de gigantes. Fazia uma referência a todos aqueles que pesquisaram e acumularam esse vasto campo que é o conhecimento humano.
Somos todos, direta ou indiretamente, o resultado final de uma espécie com uma longa jornada genético-evolutiva, que cruzou os tempos mais remotos sob as formas mais diversas, e que num período relativamente recente, iniciou o acúmulo de conhecimento de uma geração para outra. Perceber a forma como esse conhecimento foi acumulado nos permite entender as avanços da nossa sociedade atual, com seus problemas e consequencias; mas também nos torna portadores de uma responsabilidade velada, quase silenciosa: a de velar por essas conquistas e propagá-las.
Acabou ficando sério demais o texto, mas acho que traduz bem o que sinto hoje, então vou deixar assim...
Grande abraço a todos!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sobre Poços de Caldas e outras coisas...
Estive no mês de janeiro no Festival de Música de Poços de Caldas que é sem dúvida um evento singular. Não só pelo fato de estar bem acompanhado (e eu estava), mas também pela oportunidade única de ver e ouvir de perto pessoas que admiro sinceramente, especialmente pela aparente paradoxo do jeito tranquilo e despreocupado de ser com uma leitura extremamente refinada da vida e do mundo através da própria arte. E digo aparente porque a gente percebe depois, olhando com mais frieza, que elas na verdade se completam; essa transparência, essa calma, o jeito divertido de dizer as coisas mais incríveis, de fazer as coisas mais difíceis musicalmente falando soarem como uma conversa despretenciosa, isso tudo é prova mais que suficiente do erro que é considerar certas formas mais refinadas de arte como erudita em detrimento de outras consideradas como populares.
A mesma desenvoltura que vi nos palcos em apresentações e concertos sensacionais como o de Nailor Proveta, Luis Afonso Montanha, Quarteto São Paulo e o quinteto de clarinetas Sujeito a Guincho com a cantora Monica Salmasso, encontrei também na conversa com vários deles numa pizzaria da cidade.
Foram dias sensacionais, cujas lembranças vão se perpetuar na memória...
Depois disso, é engraçado ver vídeos como esse, em que essas pessoas aparecem fazendo o que sabem melhor, num evento que reúne a OSESP, a Banda Mantiqueira e a cantora Mônica Salmasso na Sala São Paulo, sem pensar que esse cenário fantástico e surreal é feito com pessoas simples e despretenciosas.
Dá só uma olhada nesse arranjo fenomenal de "Chiclete com Banana"... a tal questão diplomática entre Brasil e Estados Unidos que Lucca Raele fala de forma bem humorada na versão do Sujeito a Guincho é nitidamente vista aqui; temas brasileiros e norte-americanos que brincam numa bem humorada batucada brasileira.
Haiti: deus e a desgraça coletiva
Estou habituado a ler bobagens de todo o tipo na internet e como outras pessoas que conheço, desenvolvi anticorpos para não me deixar afetar por elas. Assim, boa parte dessa montanha de absurdos passam incólumes por mim e não perco meu tempo mais respondendo arquivos feitos no PowerPoint, que sem citar referência alguma, pregam sobre uma pseudo cura do câncer, "provas científicas" da passagem dos hebreus pelo mar vermelho por pessoas que nem sabem o significado da palavra 'prova', e as mensagens que são as melhores de todas na minha opinião: "se apagar isso sem ler, sinceramente vc não tem coração". E segue a choradeira, um exemplar da desgraça humana a que estão sujeitos qualquer um de nós, mas elevada a uma potência extrema, com música em mid e frases de efeito (frequentemente com autoria trocada, como uma que recebi essa semana que atribuía a Einsten uma frase de Shakespeare... é, nem me pergunte). Bom, só pra pontuar essa parte, e sob esse aspecto em particular, EU NÃO TENHO CORAÇÃO MESMO...
Entretanto, algumas vezes o pessoal pega pesado demais, mesmo para os padrões habituais de ignorância e mal gosto a que certas pessoas estão acostumadas. Com essa tragédia no Haiti, eu imaginei que não ia demorar a aparecer aqueles adeptos da livre associação. Só não imaginei tamanho absurdo...
Através de blogs e sites, pessoas tem manifestado opiniões de deixar qualquer um boquiaberto; a de que existe um culpado pela desgraça no Haiti... e esses culpados são, acredite, os pobres moradores de lá!
Num blog intitulado Teologia Pentecostal, o autor afirma com todas as letras que a culpa pela tragédia é do homem e do pretenso e cansativo argumento do pecado original (aquele terrível acontecimento que envolve duas pessoas nuas e frutas de feira). O pastor norte-americano Pat Roberson diz (a versão integral aqui com o vídeo original) que a culpa é do pacto com o diabo feito pelos haitianos para serem livres do domínio francês. E até o cônsul do Haiti em São Paulo deu mostras do quanto esse pensamento estúpido está arraigado; sem saber da gravação, ele afirma a um jornalista do SBT que "essa desgraça está sendo boa pra nós [?]" e que acha que a culpa é da prática do vodu (!!). E mais, ele diz que o africano em si tem maldição e que "todo lugar que tem africano tá fodido" (a censura corta, mas eu não). Como se sabe, 90% do país é (era...?) de ascendência africana. E por ai vão..........
Não vou nem comentar caso a caso; eles não merecem mais que uma citação aqui nesse espaço. Mas me sinto na obrigação de dizer como contemporâneo do meu tempo que suposições como essa me deixam horrorizado. Eu sei que o homem na sua história relacionou causas e efeitos de forma arbitrária, como prova a história das religiões, uma tentativa, ainda que primitiva, de explicação do mundo. Só acho que não é mais admissível nos dias de hoje utilizar argumentos da época em que se julgava que o mundo era plano, o céu uma redoma, monstros marinhos era uma ameaça real...
Desastres acontecem, como esse do Haiti, furacões no Pacifico, o tsunami na Indonésia; não é nada mais que o planeta e suas forças internas trabalhando, placas tectônicas se ajustando. Isso é pouco perto das violentas mudanças que o planeta já sofreu no passado remoto, com choques de asteróides e variações climáticas abruptas.
Zilda Arns foi uma vítima como eu também poderia ter sido, se tivésse escolhido o Haiti como destino na mesma época. Da mesma forma, as pessoas do Haiti são vitimas inocentes e desorientadas, cuja condição anterior de miseráveis só dá contornos ainda mais dramáticos ao cenário. Pessoas vagando sem rumo se sobrepõem a corpos putrefados e o mal cheiro geral... Foi como tirar tudo de quem já não tinha nada. Creditar uma vingança divina nesse caso é atestar o caráter mesquinho e incompetente de quem tudo podia e nada fez.
Zilda Arns foi uma vítima como eu também poderia ter sido, se tivésse escolhido o Haiti como destino na mesma época. Da mesma forma, as pessoas do Haiti são vitimas inocentes e desorientadas, cuja condição anterior de miseráveis só dá contornos ainda mais dramáticos ao cenário. Pessoas vagando sem rumo se sobrepõem a corpos putrefados e o mal cheiro geral... Foi como tirar tudo de quem já não tinha nada. Creditar uma vingança divina nesse caso é atestar o caráter mesquinho e incompetente de quem tudo podia e nada fez.
Se isso é prova de misericórdia, eu já estou servido, obrigado.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Google Earth captura tubarões em volta de surfista...
O nível de detalhamento da imagem é impressionante... e o pessoal da Discovery ainda permite a ampliação gradual cena à cena.
Não consegui linkar direito, então para ir à página, CLIQUE AQUI.
Não consegui linkar direito, então para ir à página, CLIQUE AQUI.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Natal de novo...
Pois é, nem parece que mais um ano passou... sempre temos a referência do transcorrer do tempo em marcos importantes, como aniversários, datas festivas e encontros familiares. Normalmente a rotina do dia a dia passa meio despercebida, ao menos o bastante pra não ser notada.
Quando a gente olha prá trás numa época dessas, normalmente tem a irresistível vontade de basear-se somente nessas referências marcantes; nesse contexto, claro, "o ano passou voando"...
Mas é claro que não é assim; estivemos aqui marcando nossa passagem nesse planeta em cada uma das vinte e quatro horas do dia a dia; em cada uma das quatro longas semanas do mês, cada um dos doze intermináveis meses do ano (que o diga o pessoal que estuda!!!)...
É impossível lembrar dos detalhes de tudo isso, o que é antes de tudo uma grande vantagem; o cérebro vai selecionando o que importa e arquiva, enquanto o restante é relegado a um segundo plano, para deixá-lo livre para novas associações. Assim, feliz daqueles que possuem essa incrível capacidade de esquecer... rsrs.
Por outro lado, um balanço cuidadoso pode revelar aspectos importantes das metas que nos propomos a cumprir pulando as ondas na praia e levando rolhas de champagne na cabeça adoidados.
Bom, às vezes acho que não tem nada mais manjado que fazer feedbacks no fim de ano, mas no final das contas, é disso que nós vivemos; isso permite que, a todo momento, possamos nos posicionar diante da nossa própria vida... e pra onde ela está indo. É fato que nossa contagem de tempo é arbitrária, já que nossos referenciais são no fundo muito pessoais; o passado pode nos parecer um baú de experiências boas e ruins, que temos de aprender e revisar no presente para que tenhamos um futuro melhor; mas também é possível que passado e futuro não existam, e sejam ambos vazios de significados além de delimitar aquilo que realmente importa: nosso momento presente. Esse momento, vivo, multicolor, presente e único, poderia ser um ponto que se move, ao mesmo tempo, alimentando-se do futuro e projetando no passado sua sombra, deixando pra trás seu lastro.
O que quer que quer que quer que seja, sempre é bom poder chegar à conclusão que esse último ano não foi em vão; que fizemos valer à pena cada minuto, cada riso, cada beijo. Preocupar-se demais com passado e futuro pode nos fazer esquecer do que temos de melhor e uma das nossas poucas certezas: nosso momento presente. Por isso, nesse novo ano que se inicia, to pensando seriamente em abolir minha lista interminável de promessas, os dez mandamentos, as regras de ortografia (nova e velha), normas da ABNT, estereótipos, costumes, "tradição"; ao invés disso, entro no novo ano pensando somente nisso: fazer valer à pena...
Quem ganha com isso? Bom, se você riu um pouco, então com certeza foi você mesmo...
Grande abraço às grandes pessoas que estiveram comigo, poucos presentes fisicamente, a maioria na minha lembrança e pensamento; amigos de perto e de longe, de ontem e de hoje, mas sobretudo, de sempre...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Da série "O que não faz a marvada...."
Ao som de "Saia Rodada" (sim, é esse o nome, e não, não foi idéia minha), uma excelente demonstração de instabilidade, imprevisibilidade e oscilações aleatórias...
sábado, 12 de dezembro de 2009
Fim de semana em ritmo de festa...
"Dale a tu cuerpo alegria Macarena
Que tu cuerpo es pa' darle alegria y cosa buena
Dale a tu cuerpo alegria, Macarena
Hey Macarena"
sábado, 5 de dezembro de 2009
Comerciais para o Accord da Honda...
Dois comerciais legais, provando que a propaganda (criativa, bem feita) é a alma do negócio...
O primeiro é uma sequencia incrível de transmissão de movimentos através das peças do carro (Accord Honda), que vão sendo acionadas uma a uma e como consequencia do movimento anterior durante mais de dois minutos... simplesmente impressionante. Foi rodado em tomada única e sem cortes, o que exigiu centenas de tomadas até ser possível que tudo funcionasse como planejado. Ao final (e quase como ironia), o narrador pergunta "não é bom quando as coisas simplesmente... funcionam?"
O segundo é mais curto, e feito em 3D... mas achei bem legal. Ao som de Miriam Makeba, cantora e ativista contra o Apartheid, a proposta é mostrar que o porta malas do carro é espaçoso, cabendo de tudo...
Tirinhas de Carlos Ruas
Retiradas do site http://www.umsabadoqualquer.com/.
Se não der pra ler, basta clicar em cada imagem que ela abre em nova janela maior...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Curta e rápida...
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Se jejum adiantasse de alguma coisa, a Etiópia já integraria o G8 há muito tempo...
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Se jejum adiantasse de alguma coisa, a Etiópia já integraria o G8 há muito tempo...
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Chegou!!!!!
Depois de nove meses de espera, finalmente minha sobrinha nasceu!! Pelo que soube a galera tá em polvorosa já!!
Seja bem vinda, Alice..
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Mulheres e o Islã...
http://www.youtube.com/watch?v=zxJbi-nh-Y8
A autora da postagem no Youtube reclama de quem 'fala mal' da religião alheia. E alguns dos comentários dizem que o que se diz sobre atrocidades contra a mulher na religião muçulmana é somente 'pressão da mídia internacional' para justificar atos de guerra.
Certo, então vamos comparar os fatos; agora observem como uma peça de propaganda, com musiquinha animada e fotos de mulheres felizes combina com os vídeos a seguir...
Sugestão: deixe a música do outro vídeo rolando para ver o contraste!
Sugestão: deixe a música do outro vídeo rolando para ver o contraste!
"Não se deve ter vergonha de bater em mulher"
"Regras 'divinas' para bater na mulher"
Sim, você não entendeu errado... bater pode, mas não na frente dos filhos e nem de forma que faça sangrar (!). Tirando isso, é um 'direito' (tenho de pedir desculpas ao dicionário por usar essa palavra aqui) divinamente transmitido ao homem poder surrar a mulher desobediente...
O argumento que ouço frequentemente é que se deve 'respeitar' (foi mal, Aurélio) esses absurdos sem críticas, porque isso seria intolerância com a religião alheia... você consegue acreditar nisso? "Ah, mas quem pensa isso é minoria no Islã"... pode ser, mas esqueceram de avisar que é a minoria que ESTÁ NO PODER!
Agora veja nesse vídeo como as mulheres "podem fazer de tudo confortavelmente" usando a burca... cômico se não fosse trágico.
Nessa história toda, eu ainda fico com as palavras finais do Christopher Hicthens em uma palestra sobre religião:
"Honestamente, estaríamos muito melhor se deixássemos essa criancisse para trás..."
domingo, 15 de novembro de 2009
Alice, gravidez e evolução
Essa é em homenagem à Mari, minha cunhada...
Num artigo da revista Nature, os pesquisadores Whitcome, Shapiro e Lieberman demonstraram que a dor nas costas sentidas pelas mulheres grávidas é um resultado da inclinação para compensar o peso da barriga; essa inclinação é necessária por causa da adaptação postural desde que passamos a andar apoiados em dois pés e não mais em quatro. A comparação é feita com a gravidez presumida de ancestrais nossos como o Australopitecus, na figura abaixo (onde a representa a Autralopithecus 'normal' e b a grávida).
Num artigo da revista Nature, os pesquisadores Whitcome, Shapiro e Lieberman demonstraram que a dor nas costas sentidas pelas mulheres grávidas é um resultado da inclinação para compensar o peso da barriga; essa inclinação é necessária por causa da adaptação postural desde que passamos a andar apoiados em dois pés e não mais em quatro. A comparação é feita com a gravidez presumida de ancestrais nossos como o Australopitecus, na figura abaixo (onde a representa a Autralopithecus 'normal' e b a grávida).
A pesquisa observou que nesse caso, o centro de gravidade do corpo não compromete as vértebras da coluna e pode ser distribuído entre pés e mãos (o Autralopithecus é definitivamente bípede, embora possa se posicionar de quatro para atividades de coleta e locomoção rápida).
Observe como esse centro de gravidade muda radicalmente quando no processo evolutivo, nos tornamos essencialmente bípedes.
Na posição vertical, para compensar o peso crescente durante a gestação, a coluna vertebral realiza uma inclinação de até 28° para trás, diminuindo o esforço de torção do feto em até oito vezes. Por outro lado, a postura vertical aumenta o atrito entre as vértebras, ainda mais levado ao extremo de inclinação e curvatura.
Assim, por mais que as vértebras na mulher tenham se adaptado de forma a procurar integrar o processo de gravidez com o andar bípede, as dores nas costas são inevitáveis; seriam nesse caso, um preço a se pagar por nossa mudança de postura.
Tá vendo só, Alice, o que a mãe tá passando pra te esperar...?
É isso... boa semana todos! (e seja bem vinda, minha princesinha...).
Fotos e informações tiradas de http://scienceblogs.com.br/rnam/2009/10/gravidez_lordose_e_evolucao_cu.php
"Eu apenas queria que vc soubesse" Gonzaguinha
Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé
Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida
Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira
Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho
Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
Gonzaguinha
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