Tradução: Deixe as crianças desenvolverem suas malditas opiniões próprias!!
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A nova descoberta da Nasa
Primeiro a reportagem da globo, cujo vídeo condensa as informações da pesquisa.
Quando eu ouvia falar das pesquisas sobre a busca de vida fora do planeta, sempre fiquei em dúvida com relação ao padrão ou tipo de vida que se buscava. Isso porque, o que consideramos como "vida" é algo que depende de alguns elementos, que se formaram e se desenvolveram nesse planeta, sob determinadas condições e que podem ter sido uma experiência única. Buscar esse padrão em outro local pode ser limitador e extremamente dificil de encontrar.
Depois, lendo um pouco sobre o assunto, e conhecendo melhor o método científico, compreendi que se deve partir sempre de um pressuposto válido e possível de ser reproduzido por outras pessoas. Nesse caso, a busca de vida tem de começar por algo que possa universalmente ser conhecido como tal. Não pode tratar-se de um achismo, uma crença desprovida de qualquer fundamento evidente. Por exemplo, pode-se negar que existam seres vivos na superfície do sol? Categoricamente, não. Mas enquanto não tivermos evidências que sugiram isso fortemente, é perda de tempo ficar argumentando o que quer que seja nesse sentido.
Esse é um dos problemas de argumentação básica que escapa à religião e seus dogmas; acostumada à velha retórica do é assim porque é, não é dificil notar nela que perde-se um tempo precioso considerando e discutindo a existência de coisas que ninguém demonstra, e cujo único argumento é "em questões de fé não há argumento". Ou como diria Santo Agostinho, "creio porque é absurdo". Qualquer um pode pensar que a vida deve existir em outras formas distantes do nosso mundo, tanto físico quanto mental; por exemplo, um anjo assexuado montado num unicórnio com complexo de inferioridade em relação ao Pegasus, outro colega seu do mundo imaginário. basta, entretanto, que nos proponhamos a isso para perceber de imediato a maluquice que seria buscar possibilidades sem provas de nenhuma espécie.
Nesse contexto, a descoberta em questão abre um novo leque possibilidades, porque se a vida pode ser composta de qualquer outro elemento, ou mesmo que somente de uma centena, as possibilidades de composição são gigantescas. Isso quer dizer que podemos estar convivendo com seres e criaturas vivas desconhecidas há muito tempo e não nos darmos conta disso.
Mais do que isso, essa descoberta é exemplar por demonstrar o modus operandi do pensamento cientifico em si; pode ser que um dia, através de um cruzamento de dados intenso, cheguemos a algo ou alguém de uma ordem superior à nossa. Mas nesse dia, não serão meras suposições, nem casos de interpretação dúbias... além do que que, desconfio que um achado dessa natureza dificilmente pode ter relação com, por exemplo, um deus tal qual o pregado pelas religiões. Pode ser que a vida como conhecemos tenha sido por exemplo semeada nesse planeta por outra espécie ou raça, ou mesmo chego aqui em um asteróide sem propósito definido.
De qualquer forma, somente com base em evidências construimos a imagem real do universo que nos rodeia. Pra mim, essa é a mensagem real e mais evidente que essa descoberta traz.
Hoje e sempre. Aleluia.
domingo, 21 de novembro de 2010
Curto e direto...
Pra aqueles que ainda não decoraram as funções mais úteis que se tem noticia nesses tempos modernos...
Retirei do Eu podia tá matando...
Da série "Para quê a Ciência serve...?"
Jonathan nasceu surdo e nunca tinha ouvido um único som.
Com oito meses de vida, recebeu um implante coclear que lhe permitiria ouvir normalmente. Esse é o momento da ativação do implante...
Vídeo demonstrativo de um processo ortodôntico com 18 (longos!!) meses de duração.
Os resultados? Basta acompanhar o vídeo...
Com oito meses de vida, recebeu um implante coclear que lhe permitiria ouvir normalmente. Esse é o momento da ativação do implante...
Vídeo demonstrativo de um processo ortodôntico com 18 (longos!!) meses de duração.
Os resultados? Basta acompanhar o vídeo...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Benny Goodman e Disney: "After you've gone"
Um desenho de 1946, com música do clarinetista Benny Goodman.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Conhecendo Russell
Autor dos seguintes dez princípios:
1.Não tenhas certeza absoluta de nada.
2.Não consideres que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências inevitavelmente virão à luz.
3.Nunca tentes desencorajar o pensamento, pois com certeza tu terás sucesso.
4.Quando encontrares oposição, mesmo que seja de teu cônjuge ou de tuas crianças, esforça-te para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória.
5.Não tenhas respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades contrárias a serem achadas.
6.Não uses o poder para suprimir opiniões que consideres perniciosas, pois as opiniões irão suprimir-te.
7.Não tenhas medo de possuir opiniões excêntricas, pois todas as opiniões hoje aceitas foram um dia consideradas excêntricas.
8.Encontres mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se valorizas a inteligência como deverias, o primeiro será um acordo mais profundo que a segunda.
9.Sê escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.
10.Não tenhas inveja daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso.
Seus livros (via Wikipedia)
1896, German Social Democracy, London: Longmans, Green.
1897, An Essay on the Foundations of Geometry, Cambridge: At the University Press.
1900, A Critical Exposition of the Philosophy of Leibniz, Cambridge: At the University Press.
1910, Philosophical Essays, London: Longmans, Green.
1910–1913, Principia Mathematica (com Alfred North Whitehead), 3 vols., Cambridge: At the University Press.
1912, The Problems of Philosophy, London: Williams and Norgate.(Os problemas da filosofia, trad. Jaimir Conte).
1914, Our Knowledge of the External World, Chicago and London: Open Court Publishing.
1916, Principles of Social Reconstruction, London: George Allen & Unwin.
1916, Justice in War-time, Chicago: Open Court.
1918, Mysticism and Logic and Other Essays, London: Longmans, Green.
1918, Roads to Freedom: Socialism, Anarchism, and Syndicalism, London: George Allen & Unwin.
1919, Introduction to Mathematical Philosophy, London: George Allen & Unwin,
1923, The Prospects of Industrial Civilization (em colaboração com Dora Russell), London: George Allen & Unwin.
1923, The ABC of Atoms, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1924, Icarus, or the Future of Science, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1925, The ABC of Relativity, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1925, What I Believe, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1926, On Education, Especially in Early Childhood, London: George Allen & Unwin.
1927, The Analysis of Matter, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1927, An Outline of Philosophy, London: George Allen & Unwin.
1929, Marriage and Morals, London: George Allen & Unwin.
1930, The Conquest of Happiness, London: George Allen & Unwin.
1931, The Scientific Outlook, London: George Allen & Unwin.
1932, Education and the Social Order, London: George Allen & Unwin.
1934, Freedom and Organization, 1814–1914, London: George Allen & Unwin.
1935, In Praise of Idleness, London: George Allen & Unwin.
1935, Religion and Science, London: Thornton Butterworth.
1936, Which Way to Peace?, London: Jonathan Cape.
1937, The Amberley Papers: The Letters and Diaries of Lord and Lady Amberley (com Patricia Russell), 2 vols., London: Leonard & Virginia Woolf at the Hogarth Press.
1938, Power: A New Social Analysis, London: George Allen & Unwin.
1940, An Inquiry into Meaning and Truth, New York: W. W. Norton & Company.
1946, History of Western Philosophy, New York: Simon and Schuster.
1948, Human Knowledge: Its Scope and Limits, London: George Allen & Unwin.
1949, Authority and the Individual, London: George Allen & Unwin.
1950, Unpopular Essays, London: George Allen & Unwin.
1951, New Hopes for a Changing World, London: George Allen & Unwin.
1952, The Impact of Science on Society, London: George Allen & Unwin.
1953, Satan in the Suburbs and Other Stories(contos), London: George Allen & Unwin.
1954, Human Society in Ethics and Politics, London: George Allen & Unwin.
1954, Nightmares of Eminent Persons and Other Stories, London: George Allen & Unwin.
1956, Portraits from Memory and Other Essays, London: George Allen & Unwin.
1956, Logic and Knowledge: Essays 1901–1950, London: George Allen & Unwin.
1957, Why I Am Not a Christian, London: George Allen & Unwin.
1958, Understanding History and Other Essays, New York: Philosophical Library.
1959, Common Sense and Nuclear Warfare, London: George Allen & Unwin.
1959, My Philosophical Development, London: George Allen & Unwin.
1959, Wisdom of the West, London: Macdonald.
1961, Fact and Fiction, London: George Allen & Unwin.
1961, Has Man a Future?, London: George Allen & Unwin.
1963, Essays in Skepticism, New York: Philosophical Library.
1963, Unarmed Victory, London: George Allen & Unwin.
1965, On the Philosophy of Science, Indianapolis: The Bobbs-Merrill Company.
1967, Russell's Peace Appeals, Japan: Eichosha's New Current Books.
1967, War Crimes in Vietnam, London: George Allen & Unwin.
1967–1969, The Autobiography of Bertrand Russell, 3 vols., London: George Allen & Unwin.
Esse é Bertrand Russell.
1.Não tenhas certeza absoluta de nada.
2.Não consideres que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências inevitavelmente virão à luz.
3.Nunca tentes desencorajar o pensamento, pois com certeza tu terás sucesso.
4.Quando encontrares oposição, mesmo que seja de teu cônjuge ou de tuas crianças, esforça-te para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória.
5.Não tenhas respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades contrárias a serem achadas.
6.Não uses o poder para suprimir opiniões que consideres perniciosas, pois as opiniões irão suprimir-te.
7.Não tenhas medo de possuir opiniões excêntricas, pois todas as opiniões hoje aceitas foram um dia consideradas excêntricas.
8.Encontres mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se valorizas a inteligência como deverias, o primeiro será um acordo mais profundo que a segunda.
9.Sê escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.
10.Não tenhas inveja daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso.
Seus livros (via Wikipedia)
1896, German Social Democracy, London: Longmans, Green.
1897, An Essay on the Foundations of Geometry, Cambridge: At the University Press.
1900, A Critical Exposition of the Philosophy of Leibniz, Cambridge: At the University Press.
1910, Philosophical Essays, London: Longmans, Green.
1910–1913, Principia Mathematica (com Alfred North Whitehead), 3 vols., Cambridge: At the University Press.
1912, The Problems of Philosophy, London: Williams and Norgate.(Os problemas da filosofia, trad. Jaimir Conte).
1914, Our Knowledge of the External World, Chicago and London: Open Court Publishing.
1916, Principles of Social Reconstruction, London: George Allen & Unwin.
1916, Justice in War-time, Chicago: Open Court.
1918, Mysticism and Logic and Other Essays, London: Longmans, Green.
1918, Roads to Freedom: Socialism, Anarchism, and Syndicalism, London: George Allen & Unwin.
1919, Introduction to Mathematical Philosophy, London: George Allen & Unwin,
1923, The Prospects of Industrial Civilization (em colaboração com Dora Russell), London: George Allen & Unwin.
1923, The ABC of Atoms, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1924, Icarus, or the Future of Science, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1925, The ABC of Relativity, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1925, What I Believe, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1926, On Education, Especially in Early Childhood, London: George Allen & Unwin.
1927, The Analysis of Matter, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.
1927, An Outline of Philosophy, London: George Allen & Unwin.
1929, Marriage and Morals, London: George Allen & Unwin.
1930, The Conquest of Happiness, London: George Allen & Unwin.
1931, The Scientific Outlook, London: George Allen & Unwin.
1932, Education and the Social Order, London: George Allen & Unwin.
1934, Freedom and Organization, 1814–1914, London: George Allen & Unwin.
1935, In Praise of Idleness, London: George Allen & Unwin.
1935, Religion and Science, London: Thornton Butterworth.
1936, Which Way to Peace?, London: Jonathan Cape.
1937, The Amberley Papers: The Letters and Diaries of Lord and Lady Amberley (com Patricia Russell), 2 vols., London: Leonard & Virginia Woolf at the Hogarth Press.
1938, Power: A New Social Analysis, London: George Allen & Unwin.
1940, An Inquiry into Meaning and Truth, New York: W. W. Norton & Company.
1946, History of Western Philosophy, New York: Simon and Schuster.
1948, Human Knowledge: Its Scope and Limits, London: George Allen & Unwin.
1949, Authority and the Individual, London: George Allen & Unwin.
1950, Unpopular Essays, London: George Allen & Unwin.
1951, New Hopes for a Changing World, London: George Allen & Unwin.
1952, The Impact of Science on Society, London: George Allen & Unwin.
1953, Satan in the Suburbs and Other Stories(contos), London: George Allen & Unwin.
1954, Human Society in Ethics and Politics, London: George Allen & Unwin.
1954, Nightmares of Eminent Persons and Other Stories, London: George Allen & Unwin.
1956, Portraits from Memory and Other Essays, London: George Allen & Unwin.
1956, Logic and Knowledge: Essays 1901–1950, London: George Allen & Unwin.
1957, Why I Am Not a Christian, London: George Allen & Unwin.
1958, Understanding History and Other Essays, New York: Philosophical Library.
1959, Common Sense and Nuclear Warfare, London: George Allen & Unwin.
1959, My Philosophical Development, London: George Allen & Unwin.
1959, Wisdom of the West, London: Macdonald.
1961, Fact and Fiction, London: George Allen & Unwin.
1961, Has Man a Future?, London: George Allen & Unwin.
1963, Essays in Skepticism, New York: Philosophical Library.
1963, Unarmed Victory, London: George Allen & Unwin.
1965, On the Philosophy of Science, Indianapolis: The Bobbs-Merrill Company.
1967, Russell's Peace Appeals, Japan: Eichosha's New Current Books.
1967, War Crimes in Vietnam, London: George Allen & Unwin.
1967–1969, The Autobiography of Bertrand Russell, 3 vols., London: George Allen & Unwin.
Esse é Bertrand Russell.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Procurando padrões...
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
4R4BÉN5!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
4R4BÉN5!
sábado, 6 de novembro de 2010
Piadas de músicos...
(essa eu sempre achei legal...)
O arranjador chegou no ensaio e disse pro pianista:
- É lá menor com 7ª e 9ª menor.
E o pianista virou pro guitarrista:
- É lá menor.
E ele falou pro baixista:
- É lá.
O baixista falou pro batera:
- É samba.
E ele vira pro percussionista:
- Vai preenchendo...
_____________________
O piano foi inventado para que os músicos tivessem onde pôr o copo.
_____________________
A harpa é uma asa que toca.
_____________________
Um músico de jazz vai ao médico. Após a consulta o médico diz: "eu preciso infelizmente lhe comunicar, que você só tem três meses para viver.
Alegre, o músico olha o médico e pergunta:
"De quê?"
_____________________
Um crítico musical é como um paraplégico querendo ensinar a correr.
ou
Um critico de música é como um eunuco: Sabe exactamente como DEVIA ser feito...
_____________________
Um com uma guitarra e outro com duas baquetas estão à espera de um táxi.
Qual dos dois é músico profissional?
O motorista de táxi!
_____________________
Um baixista sobre uma ponte hesita em pular.
Trata-se de uma coisa boa ou ruim que ele pule?
Tanto faz, o importante é que ele pule!
_____________________
Cavalheiro é o cara que, mesmo sabendo tocar banjo, não toca!
_____________________
Diz um polícia a um músico ambulante:
- Mostre-me a licença de tocar na rua.
- Licença? Não tenho!
- Então acompanhe-me...
- Com muito gosto! Que canção sabe cantar?
_____________________
Um trompetista estuda em casa oito horas por dia. O amigo pergunta:
"Como é que tu consegues aguentar este esforço? Eu seria incapaz."
"É preciso quando se persegue um objetivo."
"E qual é o teu objetivo?"
"O apartamento do vizinho aqui ao lado."
_____________________
Como se faz uma serra elétrica soar como um sax barítono?
Basta adicionar-lhe vibrato.
_____________________
Os tocadores de gaita de fole caminham enquanto tocam para fugirem do som.
_____________________
Anúncio: "Quarteto de corda estabelecido necessita de dois violinistas e um violoncelista".
_____________________
O maestro interrompe o ensaio e diz:
- Alguém está a tocar sempre errado nesta passagem.
Ouve-se uma voz do meio da orquestra:
- É o filho da puta do flautista.
Levanta-se o flautista indignado e pergunta:
- Quem é que chamou filho da puta ao flautista?.
Ouve-se outra voz do meio da orquestra:
- Quem é que chamou flautista àquele filho da puta?
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Velocidade é apelido...
Repare a velocidade que o goleiro cruza o campo... o cara literalmente perdeu as pernas correndo!!
domingo, 24 de outubro de 2010
Piada minuto
"O gato do portuguesinho morreu. Sua mãe o tenta consolar:
- Não chores, meu pequeno. O Mimi se foi para o céu com nosso Deus.
Então o moleque pergunta, entre lágrimas:
- E que raios vai fazer Deus com um gato morto?"
Via Desaforo
- Não chores, meu pequeno. O Mimi se foi para o céu com nosso Deus.
Então o moleque pergunta, entre lágrimas:
- E que raios vai fazer Deus com um gato morto?"
Via Desaforo
"É mais de 4 e meio, Anabela... p*%###!!!!"
A rádio portuguesa Brigantia tem um quadro chamado "Jogo do Saco". Nele as pessoas ligam e tentam acertar o peso do dito cujo, e o apresentador, Sidónio Costa, vai dando dicas da margem aproximada.
Eis o que Anabela, ouvinte da cidade de Malhada, Miranda do Ouro, conseguiu fazer...
Eis o que Anabela, ouvinte da cidade de Malhada, Miranda do Ouro, conseguiu fazer...
Assinar:
Postagens (Atom)




