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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Diretamente do túnel do tempo...

A lista de aprovados em música no vestibular da UFSM, publicada no dia 22 de janeiro de 2002. Sensacional!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

WWF: Estamos todos conectados

Um vídeo sensacional sobre o fio condutor que conecta a todos so seres vivos. E a idéia do fio aqui é bem usada.

WWF - We Are All Connected from Troublemakers.tv on Vimeo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Bem vindo a esse mundo"

Texto bem bolado que fala do estranhamento que um observador de fora pode ter ao deparar-se com nossa cultura e costumes religiosos. Paralelamente, também promove uma discussão silenciosa na cabeça de quem vê sobre a questionável idéia de converter crianças a uma religião em específico.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Atheist no have no songs"




Pegue sua letra e aprenda a cantar também!!

Christians have their hymns and pages,
Hava Nagila’s for the Jews,
Baptists have the rock of ages,
Atheists just sing the blues.
Romantics play Claire de Lune,
Born agains sing He is risen,
But no one ever wrote a tune,
For godless existentialism.
For Atheists,
There’s no good news,
They’ll never sing a song of faith.
For atheists,
They have a rule,
The “he” is always lowercase.
The “he” is always lowercase.
Some folks sing a Bach cantata,
Lutherans get Christmas trees,
Atheist songs add up to nada,
But they do have Sundays free.
Pentecostalists sing they sing to heaven,
Coptics have the books of scrolls,
Numerologists can count to seven,
Atheists have rock and roll.
For Atheists,
There’s no good news,
They’ll never sing a song of Faith.
In their songs,
They have a rule,
The “he” is always lowercase.
The “he” is always lowercase.
Catholics dress up for Mass,
And listen to, Gregorian chants.
Atheists just take a pass,
Watch football in their underpants.
Watch football in their underpants.
Atheists, Atheists, Atheists,
Don’t have no songs!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Victor Borge: o rei dos palhaços da Dinamarca...

Curtas demonstrando o talento e a originalidade de Victor Borge, pianista virtuose, regente, mas sobretudo excepcional comediante que viveu nos Estados Unidos de 1941 até sua morte em 2000. Pessoas como ele são aquelas que você nunca ouviu falar, mas fica impressionado quando tem a oportunidade de conhecer seu trabalho mais de perto.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fotos voltando pra Salvador...

Outro dia postei aqui o vídeo que fiz do avião na volta pra Salvador. Aí achei as fotos tão legais que resolvi compartilhar também. O dia começava a raiar e havia muitas nuvens, assim as diferenças de tons entre as fotos são todas feitas pela mudança de posição da aeronave, que estava subindo.











terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tv Brasil online: uma boa opção.

Casualmente, no habitual pingue-pongue de cliques, acessei o canal da TV Brasil e achei bem legal. A programação é diversificada, bons documentários, programas infantis inteligentes e divertidos, além de muito boa música. Pra quem se interessar, segue o link para assistir online.



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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Celular...


Direto do Testosterona

Nas alturas...

Nas alturas, às 5 da manhã... vendo o sol nascer e subindo cada vez mais. O coração em terra firme, mas fazer o quê... não porque fui eu que fiz, mas as imagens são absolutamente sensacionais.

No céu, às cinco da manhã... from Vinicius Fraga on Vimeo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Diálogos Impertinentes: Evolução e Criação.

Sem nada pra fazer? Tenho uma sugestão. Assista o debate a seguir, promovido pela Folha e PUC-SP em seu programa "Diálogos impertinentes". Durante cinco blocos, o biólogo darwnista Mário César Cardoso de Pinha e o geólogo criacionista Nahor Neves de Souza Jr respondem e discutem perguntas e idéias sobre as duas visões de mundo. Bem legal por uma série de fatores; é um debate de alto nível, em claro e bom português com um intermediador que soma e permite aos entrevistados demonstrar seu ponto de vista.   










Trio de oboés da Orquestra de Copenhagen

Como se sabe, antes dos registros fonográficos, era muito comum que um editor ou o próprio compositor fizesse arranjos das árias mais conhecidas de suas óperas para grupos menores; mais fáceis e menos dispendiosos, esses grupos constituiam-se em oportunidades de ouvir com maior regularidade essas obras. Foram uma forma tanto de difundir e disseminar o consumo por música, aumentar a lucratividade com a venda de partituras arranjadas e, indiretamente, terminou contribuindo no desenvolvimento da literatura de vários instrumentos. Especialmente na música para sopros, já no Classicismo (1750-1826) mas sobretudo no período Romântico (século XIX), eram comuns composições de obras para esses instrumentos sob o pretexto de Tema e variações de alguma ária ou mesmo ópera toda.

É o que acontece nesse trio de oboé (aliás, tá aí uma coisa que não se vê sempre). A apresentação faz parte de um programa sobre música de câmara dedicada à ópera. Eles tocam o tema de "La ti dare la mano" ('te darei a mão'), uma ária da ópera Don Giovanni de W.A. Mozart. 


"One Man Band"

Um curta de animação da Pixar muito legal. Dois "homens banda", um de sopros e percussão, outro de cordas, disputam a atenção de um menino e, claro, sua moeda. Simplesmente genial!


Lobão versus locutores da Transamérica.

Lobão é o tipo de cara que você pode até não concordar com ele em tudo, mas tem de admitir que ele fala o que pensa. Particularmente, às vezes acho que ele conduz o raciocínio com grande clareza, outras que fala uma besteira completa. Acontece que aqui ocorreu o primeiro caso. 

Nessa entrevista na rádio Transamérica, no programa chamado TransaLouca, ele sozinho expõe o argumento falho de radialistas e produtores musicais sobre o que toca hoje em dia. Acostumados com uma rotina de "tocar" mp3 e fazer piadas diariamente, os caras ainda me saem com a idéia de "o artista toca o que o povo quer ouvir"; ou seja, não sabem mais sequer o significado da palavra artista. Felizmente para os ouvintes, o Lobão tava lá, e sabia.  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Restart... por um novo recomeço??

Sabe, honestamente não tenho nada contra quem gosta de "fenômenos musicais" (o que via de regra quer dizer a junção de uma musiquinha fraca, feita por pessoas que não sabem onde ficam todas as notas no braço da guitarra, aliado a um banho de loja e muito, mas muito dinheiro mesmo pra fazer isso tocar 24h por dia em todo lugar do país). Mas como sempre, tenho alguns problemas com definições feitas sem cuidado ou conhecimento, especialmente quando os principais afetados deveriam estar na sala de aula estudando. 

Por exemplo, ouço pessoas falar em Restart pondo junto a palavra Rock! Duas palavras: tá errado. Restart NÃO é rock, assim como padre Marcelo Rossi, padre Fábio Júnior de Melo e Aline Barros NÃO são gospel. Quem estuda a estrutura musical sabe que precisa muito mais que ter jesus e graça na letra pra se classificar como gospel. Como estilo ou gênero musical, a palavra Gospel liga-se ao movimento do Negro Spiritual norte Americano, onde as letras sobre a terra prometida remetem na verdade à África, de onde foram raptados e levados como bestas escravas pelo mundo afora. Assim, por exemplo, "Moisés tirou-nos do Egito" não só repete a mensagem biblíca, como também reflete os anseios de um povo oprimido e que vivia saudosista e ainda numa escravidão tal qual aquela das histórias bíblicas. É uma questão de conceito; dizer Jesus me ama cantado em arranjos de sertanejo/jazz ou pop não bastam.

Com o rock é o mesmo. Você pode ter variações como o punk, o progressivo, o clássico, o hard; ainda que algumas denominações sejam arbitrárias, elas remetem a movimentos estáveis de uma forma de expressão que se firmou pela contestação. Mas você não vai achar a variação "de criança", ou como li outro dia "rock di kiança". Isso não existe. Restart é Sandy e Júnior com distorção (e a Sandy canta muito mais, a propósito); é NXZero mais novo; é Luan Santana e Michel Teló levemente modificado. E de repente me dei conta que eles todos juntos formam a nossa New Age nacional, que tal qual o movimento mundial, mistura tudo numa coisa só e não é nem uma, nem outra.

E a confusão tá formada. É o que acontece quando essa onda atinge milhares de cabeças cegas pela internet; por mecanismos e programinhas cibernéticos como se fizesse parte deles, gastando mais tempo em compartilhar detalhes insignificantes de sua vida com estranhos que nunca conhecerão do que vivendo ela de verdade. Não estudam, não tem opinião... uma massa que caminha como mariposas que voam para onde brilha a luz sem considerar o que fazem.

Talvez só isso explique esse vídeo. Ou nem isso...






quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bom pra cachorro

Apresentando: "Bob, o músico masoquista".

Falando em definições...

... definam pra mim o que é isso!!?

A galera jogando e me aparece um cara do nada, desse jeito, grita sei lá o quê, se esborracha e some!! Vale pelo cinegrafista pego de surpresa e se acabando rindo. Não devia estar acreditando...

O legítimo conceito de azar...

Confirmando o ditado que quem nasceu pra ser centavo, nunca chega a um real!

"Deixe o outro para mim"

Aproveitando o alto nivel da última postagem...



Considerado o apache nordestino (!), Rui Grúdi [assim mesmo, "grúdi"] não furta-se a dar sua contribuição músico-social ao problema do excesso de bebida, com uma letra que é um primor. Destaques por conta da pronúncia de "figado". Som na caixa...




E se você achou a performance séria demais, segue um vídeo com o próprio direto de Serra Talhada-PE, num momento de descontração na domingueira, interpretando "Love of my Life" junto aos seus. 






Bônus track: Sua homenagem a Raul Seixas. Destaques para os backvocals e os timbres da guitarra e teclado.

De volta...

Nada como voltar pra casa e interar-se das notícias locais...




terça-feira, 1 de fevereiro de 2011