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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Os conflitos nos países árabes.

Tudo parece ter acontecido de uma hora pra outra. Mal tivemos a virada de ano e uma enchurrada de revoluções pipocam do outro lado do mundo; gente que não teme a morte e segue adiante, por vezes sob a ameaça velada, outras nem tanto, do poder dominante. Pois é, mas só PARECE ter sido repentino. Se fomos pegos de surpresa por populações de países inteiros completamente descontentes, foi pura e simplesmente porque isso não era noticiado na mídia tradicional.

Passamos boa parte do ano passado vendo a baixaria das nossas próprias eleições aqui, que cheguei a comentar aqui no blog em um post anterior. Ficou demonstrado que grandes corporações midiatícas defendem um lado da história (frequentemente, o seu próprio). Pois dessa vez não foi diferente.



É preciso que se diga: a razão pela qual você pode não ter ouvido falar dos problemas desses países árabes é pura e simplesmente porque apesar de viverem em ditaduras por décadas, esses governos tinham o aval dos Estados Unidos e portanto de boa parcela da comunidade internacional. Por que? Escambo. O papel desses governantes é/era manter sob controle os muçulmanos que ali vivem e servir de base de apoio para os EUA. Em troca, são/seriam endossados pela economia norte-americana. Pouco importa se isso seria bom ou ruim para as pessoas; seu desejo foi, mais uma vez ignorado.

Quem acompanha algumas das idéias que discuto aqui sabe que tenho sérios problemas com religiões, sobretudo com o fanatismo religioso. A crença sem qualquer tipo de evidência faz dos que a ela se submetem servos sem juízo crítico; quando homens explodem-se matando outros, há quem comemore isso como uma vitória com base em preceitos divinos; o mesmo é válido para pastores presos com dinheiro ilegal e soltos em seguida sob oração dos fiéis e padres pedófilos que são transferidos sem punição para outra paróquia. Entretanto, por maior que seja o perigo que essas religiões fundamentalistas representam, essa mordaça ditarial ou abonar esse tipo de comportamento não é justificável.


O que acontece hoje no norte da África é reflexo de uma população reprimida, sem direitos civis e sob péssimas condições de vida. Permitir que eles se organizem por si, com governantes e parlamentos próprios e independentes, com liberdade de se expressarem pode ser dificil de aceitar para alguns. Especialmente para quem os consideram um perigo a nivel mundial, e sobretudo por quem tem interesse na posição estratégica que eles ocupam naquela região. Impor a mordaça parece ser mais simples e economicamente viável nesse caso do que dialogar. E com isso empurramos com a barriga mais uma vez a questão histórica da repressão daquilo que não conseguimos debater.


O viés dessas revoltas populares encontra seu pano de fundo numa conjuntura econômica nefasta; pessoas contrárias aos interesses norte-americanos devem ser contidas para não prejudicar sua influência. E pouco importa que isso fomente ditaduras e mortes. A opinião pública se cala porque também não vê com bons olhos o fanatismo exacerbado de quem considera os não crentes em alá um infiel. Afinal, se representam um perigo para nós, porque se importar? Bom, primeiro porque em se tratando de ideologias, a repressão nunca foi a chave para a sua extinção, por mais ruins e criminosas que sejam. E combatemos idéias, sempre; nunca pessoas.

Não é à toa que vivemos nesse paradoxo em que as religiões se proliferam como mato ainda hoje, por mais que a ciência e o conhecimento estejam cada vez mais acessíveis. Adquirir o conhecimento é uma construção ampla e demorada; a fé é mágica e de fácil aceitação, e isso por si só já diz muito sobre cada um desses processos. Por mais que se ore pra passar em um concurso, por exemplo, e diga-se que se não for a hora, ou se não for a vontade de deus não rola (etc,etc), não conheço ninguém que passe sem estudar de verdade, pra valer.

Isso não quer dizer que eu não respeite a religião das pessoas, ou sua necessidade de possuí-la. Quer dizer dizer apenas que acho que o mundo seria muito melhor sem elas. Por outro lado, também não sou favorável a esse comportamento permissivo à repressão dos direitos das pessoas com base no quanto suas crenças atrapalham o avanço economico do mercado.

Existe um motivo pelo qual chamamos um país de autônomo: dentro de seus limites, desde que não prejudiquem as pessoas nem interfiram nos demais, seu povo é livre para gerir sua sociedade da forma que julgar melhor, independente que suas decisões prejudiquem os interesses se A ou B. E a disseminação do conhecimento fará o resto, sem conversão de nenhum tipo, mas através da exposição lógica que uma suposição só pode ser sustentada com base nas evidências que são demonstráveis.




A clarineta de Paulo Sérgio Santos

Diferentes momentos do clarinetista Paulo Sérgio Santos e do porquê ele ser considerado um dos grandes expoentes da clarineta no Brasil hoje.






Porque o Kurt Cobain sucidou-se?

Fim do mistério. Se eu quase me mato depois dessa, imagina ele...


Novo comercial da Volkswagen.

Tão legal quanto o comercial...





...é o making of.


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Diretamente do túnel do tempo...

A lista de aprovados em música no vestibular da UFSM, publicada no dia 22 de janeiro de 2002. Sensacional!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

WWF: Estamos todos conectados

Um vídeo sensacional sobre o fio condutor que conecta a todos so seres vivos. E a idéia do fio aqui é bem usada.

WWF - We Are All Connected from Troublemakers.tv on Vimeo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Bem vindo a esse mundo"

Texto bem bolado que fala do estranhamento que um observador de fora pode ter ao deparar-se com nossa cultura e costumes religiosos. Paralelamente, também promove uma discussão silenciosa na cabeça de quem vê sobre a questionável idéia de converter crianças a uma religião em específico.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Atheist no have no songs"




Pegue sua letra e aprenda a cantar também!!

Christians have their hymns and pages,
Hava Nagila’s for the Jews,
Baptists have the rock of ages,
Atheists just sing the blues.
Romantics play Claire de Lune,
Born agains sing He is risen,
But no one ever wrote a tune,
For godless existentialism.
For Atheists,
There’s no good news,
They’ll never sing a song of faith.
For atheists,
They have a rule,
The “he” is always lowercase.
The “he” is always lowercase.
Some folks sing a Bach cantata,
Lutherans get Christmas trees,
Atheist songs add up to nada,
But they do have Sundays free.
Pentecostalists sing they sing to heaven,
Coptics have the books of scrolls,
Numerologists can count to seven,
Atheists have rock and roll.
For Atheists,
There’s no good news,
They’ll never sing a song of Faith.
In their songs,
They have a rule,
The “he” is always lowercase.
The “he” is always lowercase.
Catholics dress up for Mass,
And listen to, Gregorian chants.
Atheists just take a pass,
Watch football in their underpants.
Watch football in their underpants.
Atheists, Atheists, Atheists,
Don’t have no songs!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Victor Borge: o rei dos palhaços da Dinamarca...

Curtas demonstrando o talento e a originalidade de Victor Borge, pianista virtuose, regente, mas sobretudo excepcional comediante que viveu nos Estados Unidos de 1941 até sua morte em 2000. Pessoas como ele são aquelas que você nunca ouviu falar, mas fica impressionado quando tem a oportunidade de conhecer seu trabalho mais de perto.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fotos voltando pra Salvador...

Outro dia postei aqui o vídeo que fiz do avião na volta pra Salvador. Aí achei as fotos tão legais que resolvi compartilhar também. O dia começava a raiar e havia muitas nuvens, assim as diferenças de tons entre as fotos são todas feitas pela mudança de posição da aeronave, que estava subindo.











terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tv Brasil online: uma boa opção.

Casualmente, no habitual pingue-pongue de cliques, acessei o canal da TV Brasil e achei bem legal. A programação é diversificada, bons documentários, programas infantis inteligentes e divertidos, além de muito boa música. Pra quem se interessar, segue o link para assistir online.



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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Celular...


Direto do Testosterona

Nas alturas...

Nas alturas, às 5 da manhã... vendo o sol nascer e subindo cada vez mais. O coração em terra firme, mas fazer o quê... não porque fui eu que fiz, mas as imagens são absolutamente sensacionais.

No céu, às cinco da manhã... from Vinicius Fraga on Vimeo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Diálogos Impertinentes: Evolução e Criação.

Sem nada pra fazer? Tenho uma sugestão. Assista o debate a seguir, promovido pela Folha e PUC-SP em seu programa "Diálogos impertinentes". Durante cinco blocos, o biólogo darwnista Mário César Cardoso de Pinha e o geólogo criacionista Nahor Neves de Souza Jr respondem e discutem perguntas e idéias sobre as duas visões de mundo. Bem legal por uma série de fatores; é um debate de alto nível, em claro e bom português com um intermediador que soma e permite aos entrevistados demonstrar seu ponto de vista.   










Trio de oboés da Orquestra de Copenhagen

Como se sabe, antes dos registros fonográficos, era muito comum que um editor ou o próprio compositor fizesse arranjos das árias mais conhecidas de suas óperas para grupos menores; mais fáceis e menos dispendiosos, esses grupos constituiam-se em oportunidades de ouvir com maior regularidade essas obras. Foram uma forma tanto de difundir e disseminar o consumo por música, aumentar a lucratividade com a venda de partituras arranjadas e, indiretamente, terminou contribuindo no desenvolvimento da literatura de vários instrumentos. Especialmente na música para sopros, já no Classicismo (1750-1826) mas sobretudo no período Romântico (século XIX), eram comuns composições de obras para esses instrumentos sob o pretexto de Tema e variações de alguma ária ou mesmo ópera toda.

É o que acontece nesse trio de oboé (aliás, tá aí uma coisa que não se vê sempre). A apresentação faz parte de um programa sobre música de câmara dedicada à ópera. Eles tocam o tema de "La ti dare la mano" ('te darei a mão'), uma ária da ópera Don Giovanni de W.A. Mozart. 


"One Man Band"

Um curta de animação da Pixar muito legal. Dois "homens banda", um de sopros e percussão, outro de cordas, disputam a atenção de um menino e, claro, sua moeda. Simplesmente genial!


Lobão versus locutores da Transamérica.

Lobão é o tipo de cara que você pode até não concordar com ele em tudo, mas tem de admitir que ele fala o que pensa. Particularmente, às vezes acho que ele conduz o raciocínio com grande clareza, outras que fala uma besteira completa. Acontece que aqui ocorreu o primeiro caso. 

Nessa entrevista na rádio Transamérica, no programa chamado TransaLouca, ele sozinho expõe o argumento falho de radialistas e produtores musicais sobre o que toca hoje em dia. Acostumados com uma rotina de "tocar" mp3 e fazer piadas diariamente, os caras ainda me saem com a idéia de "o artista toca o que o povo quer ouvir"; ou seja, não sabem mais sequer o significado da palavra artista. Felizmente para os ouvintes, o Lobão tava lá, e sabia.  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Restart... por um novo recomeço??

Sabe, honestamente não tenho nada contra quem gosta de "fenômenos musicais" (o que via de regra quer dizer a junção de uma musiquinha fraca, feita por pessoas que não sabem onde ficam todas as notas no braço da guitarra, aliado a um banho de loja e muito, mas muito dinheiro mesmo pra fazer isso tocar 24h por dia em todo lugar do país). Mas como sempre, tenho alguns problemas com definições feitas sem cuidado ou conhecimento, especialmente quando os principais afetados deveriam estar na sala de aula estudando. 

Por exemplo, ouço pessoas falar em Restart pondo junto a palavra Rock! Duas palavras: tá errado. Restart NÃO é rock, assim como padre Marcelo Rossi, padre Fábio Júnior de Melo e Aline Barros NÃO são gospel. Quem estuda a estrutura musical sabe que precisa muito mais que ter jesus e graça na letra pra se classificar como gospel. Como estilo ou gênero musical, a palavra Gospel liga-se ao movimento do Negro Spiritual norte Americano, onde as letras sobre a terra prometida remetem na verdade à África, de onde foram raptados e levados como bestas escravas pelo mundo afora. Assim, por exemplo, "Moisés tirou-nos do Egito" não só repete a mensagem biblíca, como também reflete os anseios de um povo oprimido e que vivia saudosista e ainda numa escravidão tal qual aquela das histórias bíblicas. É uma questão de conceito; dizer Jesus me ama cantado em arranjos de sertanejo/jazz ou pop não bastam.

Com o rock é o mesmo. Você pode ter variações como o punk, o progressivo, o clássico, o hard; ainda que algumas denominações sejam arbitrárias, elas remetem a movimentos estáveis de uma forma de expressão que se firmou pela contestação. Mas você não vai achar a variação "de criança", ou como li outro dia "rock di kiança". Isso não existe. Restart é Sandy e Júnior com distorção (e a Sandy canta muito mais, a propósito); é NXZero mais novo; é Luan Santana e Michel Teló levemente modificado. E de repente me dei conta que eles todos juntos formam a nossa New Age nacional, que tal qual o movimento mundial, mistura tudo numa coisa só e não é nem uma, nem outra.

E a confusão tá formada. É o que acontece quando essa onda atinge milhares de cabeças cegas pela internet; por mecanismos e programinhas cibernéticos como se fizesse parte deles, gastando mais tempo em compartilhar detalhes insignificantes de sua vida com estranhos que nunca conhecerão do que vivendo ela de verdade. Não estudam, não tem opinião... uma massa que caminha como mariposas que voam para onde brilha a luz sem considerar o que fazem.

Talvez só isso explique esse vídeo. Ou nem isso...






quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bom pra cachorro

Apresentando: "Bob, o músico masoquista".

Falando em definições...

... definam pra mim o que é isso!!?

A galera jogando e me aparece um cara do nada, desse jeito, grita sei lá o quê, se esborracha e some!! Vale pelo cinegrafista pego de surpresa e se acabando rindo. Não devia estar acreditando...

O legítimo conceito de azar...

Confirmando o ditado que quem nasceu pra ser centavo, nunca chega a um real!

"Deixe o outro para mim"

Aproveitando o alto nivel da última postagem...



Considerado o apache nordestino (!), Rui Grúdi [assim mesmo, "grúdi"] não furta-se a dar sua contribuição músico-social ao problema do excesso de bebida, com uma letra que é um primor. Destaques por conta da pronúncia de "figado". Som na caixa...




E se você achou a performance séria demais, segue um vídeo com o próprio direto de Serra Talhada-PE, num momento de descontração na domingueira, interpretando "Love of my Life" junto aos seus. 






Bônus track: Sua homenagem a Raul Seixas. Destaques para os backvocals e os timbres da guitarra e teclado.

De volta...

Nada como voltar pra casa e interar-se das notícias locais...




terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Gal em "Rumba Louca".

"O que é um clarinete?"

Sinceramente, esse não merece nem dez reais, que dirá um milhão!!


sábado, 1 de janeiro de 2011

10 Sintomas de fundamentalistas cristãos...

Direto do Humor Ateu.

"10.- Nega vigorosamente a existência de milhares de deuses adorados por outras religiões, mas fica irado quando alguém nega a existência do seu.



9.-Sente-se insultado e desumanizado quando os cientistas dizem que os humanos evoluíram a partir de outras formas de vida, mas não tem nenhum problema com a afirmação de que fomos criados com barro.



8.- Zomba dos politeístas, mas não vê nenhum problema em crer em um deus triúno.



7.- Chega a ficar corado de raiva quando ouve as "atrocidades" atribuídas a Alá, mas não vacila quando ouve como Jeová Deus massacrou os bebês egípcios no "Êxodo" e como ordenou a eliminação de grupos étnicos inteiros em "Josué", incluindo mulheres e crianças.



6.- Debocha das crenças Hindús que deificam os humanos, e de que os deuses gregos se deitassem com mulheres, mas não duvida em crer que o Espírito Santo engravidou Maria, a qual gerou um homem-deus que foi assassinado, ressuscitou e ascendeu aos céus.



5.- Está disposto a passar a vida buscando falhas na idade da Terra estimada pela ciência (uns bilhões de anos), mas não vê nada de errado em crer em datas registradas por tribos da Idade do Bronze que sentavam em suas tendas e especulavam sobre a Terra ter apenas umas poucas gerações de idade.



4.- Acha que toda a população do planeta, exceto aqueles com crenças compartilhadas, – logo excluindo os das seitas rivais – passarão a eternidade num inferno de sofrimento infinito. E ainda assim considera a sua religião a mais "tolerante" e "amável".



3.- A ciência moderna, a História, a Geologia, a Biologia e a Física não conseguem convencê-lo do contrário, porém ver algum idiota rolando no chão e falando em "linguas" é toda a evidência que precisa para "provar" a cristandade.



2.- Define 0,01% como uma elevada taxa de sucesso quando se trata de prece ouvida ou milagre alcançado. Considera isto como uma prova de que a oração funciona. E acha que os 99,99% de fracasso restante devem-se simplesmente àvontade divina.



1.- Em muitos casos sabe muito menos que muitos ateus e agnósticos sobre a Bíblia, a cristandade e a história da Igreja, e ainda assim se entitula cristão."



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz vc novo!!!!

Nenhum ano que se preze termina oficialmente sem as festas de natal e ano novo. Esse, claro, não é diferente... e com ele, o balanço anual clássico, os presentes, e claro, as mensagens. Não se pode inovar muito nesse aspecto, porque já devem ter usado todos os meios conhecidos para se desejar um bom natal e ano novo. E às vezes a gente tenta ser político, e termina não dizendo o que realmente pensa. Quer um feliz e próspero ano novo? Talvez a solução seja estar à frente de seus problemas e ser mais realista. Eis algumas coisas para se pensar a respeito... 


Nesse natal e ano novo, por favor, seja honesto!!!


Todo mundo critica os políticos sem nunca parar para pensar de onde eles vem. Somos nós que colocamos eles lá. Eu, vc, os outros, todos temos o que merecemos por nosso desleixo em exigir as coisas que temos direito, que são nossas e nos são tiradas todos os dias. E a gente esquece que o problema não ocorre somente em altas esferas do poder. Vemos isso todos os dias, às vezes fazemos. Então, se quer um mundo melhor, não estacione em vagas preferenciais, recicle seu lixo, não fure fila.  


MAS


Não seja excessivamente ingênuo!


Sejamos francos: esse mundo já estava ruim quando nós chegamos, não deve melhorar muito até a gente ir embora. É preciso entender o que realmente governa essa engrenagem que chamamos de sociedade é o dinheiro, capital, bufunfa, pura e simples. É ilusão achar que seu grito solitário vai subverter o sistema. Não vai. Reclamar e sofrer por isso também não ajuda. Viva sua vida da melhor forma possível, conciliando seus interesses e anseios com o mundo que o cerca. E isso pode ser mais fácil se você perceber como essa coisa que chamamos de mundo funciona e se posicionar em função dela.      


POR ISSO


Pare de desenterrar traumas antigos!


Encare seus medos de frente, assuma a responsabilidade por seus erros, mas siga adiante. O relógio que conta nossos momentos aqui não parou desde que vc nasceu. Se isso até hoje não fez vc parar pra pensar a respeito, o faça agora.


Pensou? Então, relembrou de todas as vezes que ficou martelando e se lamentando por coisas que não podem ser mudadas? "Se eu tivesse", "se eu fosse", "se eu soubesse"... esquentar a cabeça com essas coisas pode fazer você dar a volta ao mundo "em pensamentos e omissões", mas sempre termina no mesmo lugar: ao fim de tudo, quando você levanta a cabeça e observa em volta, sua situação não mudou em absolutamente nada. E você perdeu tempo.


ENTÃO


Não tenha medo de errar!!!!!


Desde que você não brinque com arma de fogo ou irrite alguém que tem uma, nada de mais vai lhe acontecer por tentar o que quer que seja. É preciso pensar no futuro? Claro. Considerar prós e contras? Sempre. Mas não deixe que isso que tire a vontade de fazer as coisas que gosta hoje. Não deixe que isso engesse sua paixão, seus pensamentos mais absurdos e, portanto,  originais. Ninguém pode ter um amor como o das novelas? Não vai saber se não tentar, e claro, se abrir para as outras pessoas.

Devo salientar contudo que nada disso é garantia de felicidade... 
Tem uma música popularizada pela voz de Erasmo Carlos que fala:

"Antigamente quando eu me excedia
Ou fazia alguma coisa errada
Naturalmente minha mãe dizia:
'Ele é uma criança, não entende nada'...

Por dentro eu ria
Satisfeito e mudo
Eu era um homem
E entendia tudo...

Hoje só com meus problemas
Rezo muito, mas eu não me iludo
Sempre me dizem quando fico sério:
'Ele é um homem e entende tudo'...

Por dentro com
A alma atarantada
Sou uma criança
Não entendo nada..."



Esse é o problema de ficar adulto: você não tem mais as certezas de menino. É responsável por suas escolhas, com seus ônus e problemas. Mas, essa é ao mesmo tempo a fonte que nos dá prazer nas nossas grandes conquistas.

Sem mais, desejo a todos um grande e feliz natal, com um papai noel generoso (seja ele seus pais, filhos namorados e namoradas, etc). Sobretudo um ano novo realmente novo... dentro da gente, claro, porque o planeta segue o mesmo. Tudo bem, realista demais, eu sei... 

Abração!!!!!!!!!!!!!!!!!

"O Corvo" de Steve Martin

Em clima de fim de ano!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal

Antes e depois....

domingo, 19 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sobre o Aborto... e outros absurdos

Se vc ainda usa esses argumentos religiosos pra defender a proibição irrestrita do aborto, dá uma olhada nisso:



Habeas Corpus - um filme de Debora Diniz e Ramon Navarro from Universidade Livre Feminista on Vimeo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fanatismo...

Não costumo postar textos alheios aqui, mas esse eu vou. Direto do Ateu.net.



"Em si mesma toda ideia é neutra ou deveria sê-lo, mas o homem a anima, projeta nela suas paixões e suas demências; impura, transformada em crença, se insere no tempo, adota a forma de acontecimento: o passo da lógica para a epilepsia está consumado… Assim nascem as ideologias, as doutrinas e as farsas sangrentas.
Idólatras por instinto tornam incondicionados os objetos de nossos sonhos e de nossos interesses. A história não é mais do que um desfile de falsos Absolutos, uma sucessão de templos em honra de pretextos, um aviltamento do espírito ante o Improvável. Mesmo quando se afasta da religião, o homem permanece sujeito a ela; consumindo-se em forjar simulacros de deuses, os adota depois febrilmente: sua necessidade de ficção, de mitologia, triunfa sobre a evidência e o ridículo. Sua capacidade de adorar é responsável por todos os seus crimes: ele que ama indevidamente a um deus obriga os outros a amá-lo, planejando exterminá-los se recusam.
Não há intolerância, intransigência ideológica ou proselitismo que não revelem o fundo bestial do entusiasmo. Que perca o homem sua faculdade de indiferença: converte-se num potencial assassino; que transforme sua ideia em deus: as consequências são incalculáveis. Nunca se mata tanto quanto se mata em nome de um deus ou de seus sucedâneos: os excessos suscitados pela deusa Razão, pela ideia de nação, de classe ou de raça são semelhantes aos da Inquisição ou da Reforma. As épocas de fervor se sobressaem nas façanhas sanguinárias: Santa Tereza não podia deixar de ser contemporânea dos autos de fé e Lutero da matança dos camponeses. Nas crises místicas, os gemidos das vítimas são paralelos dos gemidos de êxtase…
Patíbulos, calabouços e masmorras nunca prosperam tanto quanto à sombra de uma fé, dessa necessidade de crer que tem infestado os espíritos para sempre. O diabo empalidece junto a quem dispõe de uma verdade, de sua verdade. Somos injustos com os Neros ou os Tibérios: eles não inventaram o conceito de herético: não foram senão sonhadores degenerados que se divertiam com as matanças. Os verdadeiros criminosos são os que estabelecem uma ortodoxia sobre o plano religioso ou político, os que distinguem entre o fiel e o cismático.
Enquanto nos recusarmos a admitir o caráter intercambiável das ideias, o sangue corre…
Debaixo das resoluções firmes se ergue um punhal; os olhos inflamados pressagiam o crime. Jamais o espírito da dúvida, afligido pelo hamletismo, foi pernicioso: o princípio do mal reside na tensão da vontade, na inépcia para o sossego, na megalomania prometeica de uma espécie que reinventa o ideal, que arrebenta debaixo de suas convicções e a qual, por haver-se comprazido em depreciar a dúvida e a preguiça — vícios mais nobres do que todas as virtudes —, se embrenhou num caminho de perdição, na História, nessa mescla indecente de banalidade e apocalipse… Ela está plena de certezas: suprime-as e suprimireis sobretudo as suas consequências: reconstituireis o paraíso.
O que é a Queda senão a busca de uma verdade e a certeza de havê-la encontrado, a paixão por um dogma, o estabelecimento de um dogma? Disso resulta o fanatismo — tara capital que dá ao homem o gosto pela eficácia, pela profecia e pelo terror —, lepra lírica que contamina as almas, as submete, as tritura e as exalta…
Só escapam os céticos (ou os preguiçosos e os estetas), porque não propõem nada, porque — verdadeiros benfeitores da humanidade — destroem os preconceitos e analisam o delírio. Sinto-me mais seguro junto a um Pirro do que junto a um São Paulo, porque um saber de anedotas é mais doce do que uma santidade desenfreada. Em um espírito ardente encontramos a ave de rapina disfarçada; não poderíamos nos defender com êxito das garras de um profeta… Quando eleva a voz, seja em nome do céu, da cidade ou de outros pretextos, afastai-vos dele: Sátiro de vossa solidão, não os perdoa o viver sem as suas verdades e seus arrebatamentos; quer fazê-los compartilhar de sua histeria, do seu bem, impô-lo a nós e desfigurar-nos. Um ser possuído por uma crença e que não buscasse comunicá-la a outros é um fenômeno estranho ao mundo, donde a obsessão pela salvação torna a vida irrespirável.
Olhem em torno de vós: Por toda parte vermes que predicam; cada instituição traz uma missão; os povoamentos têm seu absoluto como templos; a administração com os seus regulamentos: metafísica para uso de macacos… Todos se esforçam por remediar a vida de todos: aspiram a isto até os mendigos, inclusive os incuráveis; as calçadas do mundo e os hospitais estão cheios de reformadores. A ânsia de chegar a ser fonte de acontecimentos atua sobre cada um como uma desordem mental ou uma maldição livremente escolhida. A sociedade é um inferno de salvadores. O que buscava Diógenes com sua lanterna era um indiferente…
Basta que eu escute alguém falar sinceramente de ideal, futuro, de filosofia, escutá-lo dizer “nós” com uma inflexão de segurança, convocar os “outros” e sentir-se seu intérprete, para que o considere meu inimigo. Vejo nele um tirano falido, quase um verdugo, tão odioso como os tiranos e verdugos de grande classe. É que toda fé exerce uma forma de terror, tanto mais temível quando os “puros” são os seus agentes.
Suspeita-se dos ladinos, dos velhacos, dos trapaceiros, entretanto, não saberíamos imputar-lhes nenhuma das grandes convulsões da história; não acreditando em nada, não espionam vossos corações, nem vossos pensamentos mais íntimos; os abandonam a vossa acomodação, o vosso desespero ou a vossa inutilidade; a humanidade lhes deve os poucos momentos de prosperidade que tem conhecido; são eles os que salvam os povos que os fanáticos torturam e os “idealistas” arruínam. Sem doutrinas, não têm mais do que caprichos e interesses, vícios acomodatícios, mil vezes mais suportáveis do que o despotismo dos princípios; porque todos os males da vida vêm de uma “concepção de vida”. Um homem político educado deveria aprofundar-se nos sofistas antigos e tomar lições de canto; e de corrupção.
O fanático é incorruptível: assim como mata por uma ideia, pode igualmente morrer por ela; nos dois casos, tirano ou mártir, é um monstro. Não há seres mais perigosos que os que sofreram por uma crença: os grandes perseguidores se recrutam entre os mártires aos quais não se cortou a cabeça. Longe de diminuir o apetite pelo poder, o sofrimento o exaspera: por isso o espírito se sente mais a gosto na companhia de um fanfarrão do que de um mártir; e nada lhe repugna tanto como esse espetáculo no qual se morre por uma ideia. Farto do sublime e de carnificinas sonha com um tédio provinciano a escala universal, com uma História cujo estancamento seria tal que a dúvida se apresentaria como um acontecimento e a esperança como uma calamidade.
  • autor: Emil M. Cioran
  • tradução: José Thomaz Brum"

sábado, 4 de dezembro de 2010

Imagem do dia!


Tradução: Deixe as crianças desenvolverem suas malditas opiniões próprias!!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A nova descoberta da Nasa

Primeiro a reportagem da globo, cujo vídeo condensa as informações da pesquisa.




Quando eu ouvia falar das pesquisas sobre a busca de vida fora do planeta, sempre fiquei em dúvida com relação ao padrão ou tipo de vida que se buscava. Isso porque, o que consideramos como "vida" é algo que depende de alguns elementos, que se formaram e se desenvolveram nesse planeta, sob determinadas condições e que podem ter sido uma experiência única. Buscar esse padrão em outro local pode ser limitador e extremamente dificil de encontrar. 

Depois, lendo um pouco sobre o assunto, e conhecendo melhor o método científico, compreendi que se deve partir sempre de um pressuposto válido e possível de ser reproduzido por outras pessoas. Nesse caso, a busca de vida tem de começar por algo que possa universalmente ser conhecido como tal. Não pode tratar-se de um achismo, uma crença desprovida de qualquer fundamento evidente. Por exemplo, pode-se negar que existam seres vivos na superfície do sol? Categoricamente, não. Mas enquanto não tivermos evidências que sugiram isso fortemente, é perda de tempo ficar argumentando o que quer que seja nesse sentido. 

Esse é  um dos problemas de argumentação básica que escapa à religião e seus dogmas; acostumada à velha retórica do é assim porque é, não é dificil notar nela que perde-se um tempo precioso considerando e discutindo a existência de coisas que ninguém demonstra, e cujo único argumento é  "em questões de fé não há argumento". Ou como diria Santo Agostinho, "creio porque é absurdo". Qualquer um pode pensar que a vida deve existir em outras formas distantes do nosso mundo, tanto físico quanto mental; por exemplo, um anjo assexuado montado num unicórnio com complexo de inferioridade em relação ao Pegasus, outro colega seu do mundo imaginário. basta, entretanto, que nos proponhamos a isso para perceber de imediato a maluquice que seria buscar possibilidades sem provas de nenhuma espécie.

Nesse contexto, a descoberta em questão abre um novo leque possibilidades, porque se a vida pode ser composta de qualquer outro elemento, ou mesmo que somente de uma centena, as possibilidades de composição são gigantescas. Isso quer dizer que podemos estar convivendo com seres e criaturas vivas desconhecidas há muito tempo e não nos darmos conta disso.

Mais do que isso, essa descoberta é exemplar por demonstrar o modus operandi do pensamento cientifico em si; pode ser que um dia, através de um cruzamento de dados intenso, cheguemos a algo ou alguém de uma ordem superior à nossa. Mas nesse dia, não serão meras suposições, nem casos de interpretação dúbias... além do que que, desconfio que um achado dessa natureza dificilmente pode ter relação com, por exemplo, um deus tal qual o pregado pelas religiões. Pode ser que a vida como conhecemos tenha sido por exemplo semeada nesse planeta por outra espécie ou raça, ou mesmo chego aqui em um asteróide sem propósito definido. 

De qualquer forma, somente com base em evidências construimos a imagem real do universo que nos rodeia. Pra mim, essa é a mensagem real e mais evidente que essa descoberta traz.

Hoje e sempre. Aleluia.

domingo, 21 de novembro de 2010

Curto e direto...

Pra aqueles que ainda não decoraram as funções mais úteis que se tem noticia nesses tempos modernos...



Da série "Para quê a Ciência serve...?"

Jonathan nasceu surdo e nunca tinha ouvido um único som.
Com oito meses de vida, recebeu um implante coclear que lhe permitiria ouvir normalmente. Esse é o momento da ativação do implante...



Vídeo demonstrativo de um processo ortodôntico com 18 (longos!!) meses de duração.
Os resultados? Basta acompanhar o vídeo...



Diretamente do Eu podia tá matando...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Saramago e Cervantes

26 minutos de uma junção luminosa: Saramago analisa Don Quixote...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Coyote falls...

Sessão desenho... uma atualização do Papa-léguas.


domingo, 14 de novembro de 2010

O método científico

Um vídeo simples e curto que explica a lógica do processo cientifico.

Conhecendo Russell

Autor dos seguintes dez princípios:


1.Não tenhas certeza absoluta de nada.

2.Não consideres que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências inevitavelmente virão à luz.

3.Nunca tentes desencorajar o pensamento, pois com certeza tu terás sucesso.

4.Quando encontrares oposição, mesmo que seja de teu cônjuge ou de tuas crianças, esforça-te para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória.

5.Não tenhas respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades contrárias a serem achadas.

6.Não uses o poder para suprimir opiniões que consideres perniciosas, pois as opiniões irão suprimir-te.

7.Não tenhas medo de possuir opiniões excêntricas, pois todas as opiniões hoje aceitas foram um dia consideradas excêntricas.

8.Encontres mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se valorizas a inteligência como deverias, o primeiro será um acordo mais profundo que a segunda.

9.Sê escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.

10.Não tenhas inveja daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso.


Seus livros (via Wikipedia)

1896, German Social Democracy, London: Longmans, Green.


1897, An Essay on the Foundations of Geometry, Cambridge: At the University Press.

1900, A Critical Exposition of the Philosophy of Leibniz, Cambridge: At the University Press.

1910, Philosophical Essays, London: Longmans, Green.

1910–1913, Principia Mathematica (com Alfred North Whitehead), 3 vols., Cambridge: At the University Press.

1912, The Problems of Philosophy, London: Williams and Norgate.(Os problemas da filosofia, trad. Jaimir Conte).

1914, Our Knowledge of the External World, Chicago and London: Open Court Publishing.

1916, Principles of Social Reconstruction, London: George Allen & Unwin.

1916, Justice in War-time, Chicago: Open Court.

1918, Mysticism and Logic and Other Essays, London: Longmans, Green.

1918, Roads to Freedom: Socialism, Anarchism, and Syndicalism, London: George Allen & Unwin.

1919, Introduction to Mathematical Philosophy, London: George Allen & Unwin,

1923, The Prospects of Industrial Civilization (em colaboração com Dora Russell), London: George Allen & Unwin.

1923, The ABC of Atoms, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.

1924, Icarus, or the Future of Science, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.

1925, The ABC of Relativity, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.

1925, What I Believe, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.

1926, On Education, Especially in Early Childhood, London: George Allen & Unwin.

1927, The Analysis of Matter, London: Kegan Paul, Trench, Trubner.

1927, An Outline of Philosophy, London: George Allen & Unwin.

1929, Marriage and Morals, London: George Allen & Unwin.

1930, The Conquest of Happiness, London: George Allen & Unwin.

1931, The Scientific Outlook, London: George Allen & Unwin.

1932, Education and the Social Order, London: George Allen & Unwin.

1934, Freedom and Organization, 1814–1914, London: George Allen & Unwin.

1935, In Praise of Idleness, London: George Allen & Unwin.

1935, Religion and Science, London: Thornton Butterworth.

1936, Which Way to Peace?, London: Jonathan Cape.

1937, The Amberley Papers: The Letters and Diaries of Lord and Lady Amberley (com Patricia Russell), 2 vols., London: Leonard & Virginia Woolf at the Hogarth Press.

1938, Power: A New Social Analysis, London: George Allen & Unwin.

1940, An Inquiry into Meaning and Truth, New York: W. W. Norton & Company.

1946, History of Western Philosophy, New York: Simon and Schuster.

1948, Human Knowledge: Its Scope and Limits, London: George Allen & Unwin.

1949, Authority and the Individual, London: George Allen & Unwin.

1950, Unpopular Essays, London: George Allen & Unwin.

1951, New Hopes for a Changing World, London: George Allen & Unwin.

1952, The Impact of Science on Society, London: George Allen & Unwin.

1953, Satan in the Suburbs and Other Stories(contos), London: George Allen & Unwin.

1954, Human Society in Ethics and Politics, London: George Allen & Unwin.

1954, Nightmares of Eminent Persons and Other Stories, London: George Allen & Unwin.

1956, Portraits from Memory and Other Essays, London: George Allen & Unwin.

1956, Logic and Knowledge: Essays 1901–1950, London: George Allen & Unwin.

1957, Why I Am Not a Christian, London: George Allen & Unwin.

1958, Understanding History and Other Essays, New York: Philosophical Library.

1959, Common Sense and Nuclear Warfare, London: George Allen & Unwin.

1959, My Philosophical Development, London: George Allen & Unwin.

1959, Wisdom of the West, London: Macdonald.

1961, Fact and Fiction, London: George Allen & Unwin.

1961, Has Man a Future?, London: George Allen & Unwin.

1963, Essays in Skepticism, New York: Philosophical Library.

1963, Unarmed Victory, London: George Allen & Unwin.

1965, On the Philosophy of Science, Indianapolis: The Bobbs-Merrill Company.

1967, Russell's Peace Appeals, Japan: Eichosha's New Current Books.

1967, War Crimes in Vietnam, London: George Allen & Unwin.

1967–1969, The Autobiography of Bertrand Russell, 3 vols., London: George Allen & Unwin.


Esse é Bertrand Russell.

Simon's Cat

A propósito, sensacional...


Fly Guy


Cat Man Do



Snow Business

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Procurando padrões...

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!


NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!

4R4BÉN5!

sábado, 6 de novembro de 2010

Piadas de músicos...

(essa eu sempre achei legal...)

O arranjador chegou no ensaio e disse pro pianista:
- É lá menor com 7ª e 9ª menor.

E o pianista virou pro guitarrista:
- É lá menor.

E ele falou pro baixista:
- É lá.

O baixista falou pro batera:
- É samba.

E ele vira pro percussionista:
- Vai preenchendo...


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O piano foi inventado para que os músicos tivessem onde pôr o copo.
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A harpa é uma asa que toca.
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Um músico de jazz vai ao médico. Após a consulta o médico diz: "eu preciso infelizmente lhe comunicar, que você só tem três meses para viver.
Alegre, o músico olha o médico e pergunta:
"De quê?"

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Um crítico musical é como um paraplégico querendo ensinar a correr.

ou

Um critico de música é como um eunuco: Sabe exactamente como DEVIA ser feito...


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Um com uma guitarra e outro com duas baquetas estão à espera de um táxi.
Qual dos dois é músico profissional? 
O motorista de táxi!

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Um baixista sobre uma ponte hesita em pular.
Trata-se de uma coisa boa ou ruim que ele pule?
Tanto faz, o importante é que ele pule!

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Cavalheiro é o cara que, mesmo sabendo tocar banjo, não toca!

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Diz um polícia a um músico ambulante:
- Mostre-me a licença de tocar na rua.
- Licença? Não tenho!
- Então acompanhe-me...
- Com muito gosto! Que canção sabe cantar?
 
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Um trompetista estuda em casa oito horas por dia. O amigo pergunta:
"Como é que tu consegues aguentar este esforço? Eu seria incapaz."
"É preciso quando se persegue um objetivo."
"E qual é o teu objetivo?"
"O apartamento do vizinho aqui ao lado."

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Como se faz uma serra elétrica soar como um sax barítono?
Basta adicionar-lhe vibrato.
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Os tocadores de gaita de fole caminham enquanto tocam para fugirem do som.
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Anúncio: "Quarteto de corda estabelecido necessita de dois violinistas e um violoncelista".
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O maestro interrompe o ensaio e diz:
- Alguém está a tocar sempre errado nesta passagem.

Ouve-se uma voz do meio da orquestra:
- É o filho da puta do flautista.

Levanta-se o flautista indignado e pergunta:
- Quem é que chamou filho da puta ao flautista?.

Ouve-se outra voz do meio da orquestra:
- Quem é que chamou flautista àquele filho da puta?